quinta-feira, 20 de abril de 2017

Ser resistente

Subia tranquilamente a Av. da Liberdade, quando soube de mais um atentado em França. Mais um crime. Agora cometido nos Campos Elísios, nessa imensa avenida, numa tentativa de inculcar o terror nos cidadãos. É preciso reagir, mesmo que tenhamos medo ou a alma desfeita. É isso a que se chama o amor à pátria. É isso que se chama o amor à liberdade. É isso que faz de nós resistentes!

HSC

4 comentários:

Pedro Coimbra disse...

Um atentado horrendo (mais um) que politicamente vai beneficiar as propostas isolacionistas de Marine Le Pen.
O Horror que Brando tão bem personificou em Apocalypse Now parece não ter fim.

Silenciosamente ouvindo... disse...


Sim, drª. Helena resistir! Mas a França tem sido muito
martirizada, e sobretudo os franceses que ficam feridos
e os que morreram.
Depois dos acontecimentos aparece tanta polícia...
mas é sempre depois!!!
Está tudo numa grande expectativa do resultado
das eleições de domingo, e ninguém sabe o impacto
dos acontecimentos de ontem, nas mesmas.
Os mês cumprimentos
Irene Alves

Dalma disse...

Subia então os nossos "petits champs elysées", pelo menos no que atualmente diz respeito ás lojas chiques.
Hoje, em Zagreb, não vi nenhuma com a classe da nossa Avenida da Liberdade!

Helena Sacadura Cabral disse...

Nem mais Dalma. E eu vinha justamente a pensar quem é que consumirá produtos daquele nível.
A vida ensina-nos muito. Eu seria incapaz de entrar numa daquelas lojas. Porquê? Porque me atemorizam...
Gosto de ver o que têm nas montras, tem-se um banho de bom gosto. Mas, depois, sorrio e pergunto para mim própria: " mas onde é que eu iria usar aquelas coisas?", confirmando assim que não tenho vida para aquilo.
Mas fico contente por haver quem compre e por os turistas deixarem cá o seu dinheiro.
E, sabe? Fico Contentinha da Silva por conhecer locais com roupas lindas e a preços muito acessíveis!